A China indicou a funcionária de saúde Song Li para chefiar a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele uma postulante a suceder o atual diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, defendeu a eleição de Song Li em entrevista. A candidata lidera atualmente o Departamento de Saúde da Mulher e da Criança na Comissão Nacional de Saúde da China e tem uma carreira de 21 anos, segundo a OMS.
Song Li também foi editora-chefe de um artigo de perguntas e respostas sobre prevenção e controle da COVID-19 em 2020, para estabelecer padrões nacionais e combater a doença que matou milhões de pessoas no mundo.
Outros seis candidatos brigam pelo posto máximo da OMS. A lista oficial para o cargo de Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui sete nomes confirmados. Além de Song Li, temos:
- Dr. Hans Henri P. Kluge (Proposto pela Bélgica): Atual Diretor Regional da OMS para a Europa.
- Dra. Hanan Balkhy (Proposta pela Arábia Saudita) — Atual Diretora Regional da OMS para o Mediterrâneo Oriental.
- Dra. Hanan Mohammed Al-Kuwari (Proposta pelo Catar) — Ministra da Saúde Pública do Catar.
- Sr. Budi Gunadi Sadikin (Proposto pela Indonésia) — Ministro da Saúde da Indonésia.
- Dra. María P. Neira (Proposta pela Espanha) — Diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde na sede da OMS.
- Dr. Gevorg Tamamyan (Proposto por Botsuana) — Onco-hematologista pediátrico e professor armênio indicado pelo país africano.
Embora os candidatos tenham optado por divulgar as campanhas antecipadamente, o anúncio definitivo e oficial de todas as propostas estão sob sigilo até o início de novembro de 2026.
Em janeiro de 2027, o Conselho Executivo da OMS selecionará uma lista curta com três candidatos finalistas. A eleição do novo chefe da organização acontece em maio do ano que vem.
