Política

Lula incentiva PEC da Segurança e define lema de campanha presidencial

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Atual presidente da República, Lula discursou sobre segurança pública, assunto latente na política brasileira.

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com petistas eleitos no último domingo e defendeu a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança. Durante o encontro, o candidato à reeleição definiu lema de campanha para o segundo turno.

“Para o povo trabalhador, proteção; para o bandido, prisão”, disse Lula, que ficou com 45,16% dos votos no primeiro turno e busca uma virada inédita contra Flávio Bolsonaro (PL).

Em uma mudança estratégica de postura frente às críticas da oposição, o governo federal colocou o combate à criminalidade e às facções como pilar central de sua agenda eleitoral.

“Na hora que a gente definir a aprovação da PEC, nós vamos aprovar o Ministério da Segurança Pública, para que a gente possa fazer funcionar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp)”, afirmou Lula.

Lula disse que, com a aprovação da PEC, a União poderá participar “ativamente” do combate ao crime organizado, pois os estados “não deram conta” sozinhos da divisão de atribuições estabelecidas na Constituição de 1988.

“Então queremos uma mudança para que a União possa entrar na questão de segurança, melhorando a participação da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Penal. Nós estamos transformando 138 presídios regionais, onde o Comando Vermelho e o PCC comandam o crime, em cadeia de segurança máxima, para que a gente possa acabar com o crime”, declarou o presidente.

A PEC citada por Lula busca aumentar a atuação e o financiamento federal no setor, sob o argumento de que os estados não conseguem enfrentar o crime organizado de forma isolada. O petista prometeu a criação do Ministério da Segurança Pública de forma definitiva para gerenciar o sistema nacional.

As últimas

Para o topo