Uma das séries políticas mais bem-sucedidas da Netflix retorna nesta semana. “A Diplomata” estreia sua quarta temporada na quinta-feira (15), novamente com Keri Russell como Kate Wyler e Rufus Sewell como Hal Wyler.
A nova temporada parte diretamente das consequências do terceiro ano.
Kate tenta preservar a frágil relação entre Estados Unidos e Reino Unido ao mesmo tempo em que descobre uma conspiração envolvendo a presidente Grace Penn, interpretada por Allison Janney, e Hal, agora vice-presidente.
No centro da história está uma tentativa de colocar as mãos em uma das armas mais poderosas da Rússia, capaz de aumentar a tensão internacional e levar os Estados Unidos para mais perto de um conflito.
Dois casamentos e uma crise política
Bradley Whitford retorna como Todd Penn, marido da presidente.
Com isso, a temporada cria uma espécie de quadrado político e afetivo envolvendo Kate, Hal, Grace e Todd.
“É como se fossem dois casais presos dentro do mesmo carro, descendo uma ladeira sem freio”, afirmou Debora Cahn, criadora e showrunner de “A Diplomata”, ao Tudum.
Segundo ela, os papéis públicos dos quatro personagens afetam diretamente seus relacionamentos.
A aproximação entre Grace e Hal acaba provocando uma parceria improvável entre Kate e Todd.
“Estou muito animada com a quarta temporada”, disse Cahn. “Chegamos ao fim de uma temporada e sempre penso: ‘Não há como fazermos isso novamente’. E então voltamos para a história.”
Keri Russell novamente no centro
O papel de Kate Wyler rendeu a Keri Russell indicações ao Emmy nas três primeiras temporadas e uma vitória no Actor Awards de 2026.
A atriz diz que parte do interesse da série está justamente na mistura entre relações pessoais e poder.
“As relações estão mudando, um novo presidente chega, e surge a pergunta: onde eu fico nisso tudo?”, afirmou Russell ao Tudum.
Para ela, a série funciona porque a política internacional nunca está totalmente separada das relações humanas.
A quarta temporada estreia em 15 de outubro na Netflix.
