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Votação no exterior: Lula vence na Austrália e na Nova Zelândia; Flávio lidera no Japão

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno da eleição presidencial.

Lula vence na Austrália e na Nova Zelândia, enquanto Flávio Bolsonaro lidera no Japão e na Malásia, segundo parciais da votação no exterior.

Fotos: Marcelo Camargo e Fernando Frazão/Agência Brasil

Lula venceu na Austrália, na Nova Zelândia e na China, enquanto Flávio Bolsonaro liderou no Japão, na Malásia e nos Emirados Árabes nas parciais do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até as 11h31 deste domingo (25).

Na parcial geral apresentada às 11h31, Flávio Bolsonaro somava 33.928 votos, contra 15.737 de Lula. Até aquele momento, o senador havia vencido em oito países, enquanto o atual presidente liderava em dez. Os números ainda não representam o resultado consolidado da votação fora do Brasil.

A Austrália registrou 6.017 votos para Lula, o equivalente a 63,46% dos votos contabilizados no país. Flávio Bolsonaro recebeu 3.465 votos, ou 36,54%. Na Nova Zelândia, a vantagem do petista foi maior: ele obteve 418 votos (80,54%), enquanto o senador recebeu 101 (19,46%).

No Japão, Flávio Bolsonaro conquistou a maioria dos votos contabilizados até a atualização, com 28.538 (80,08%). Lula recebeu 7.098 votos, o equivalente a 19,92%. A disputa na Malásia foi mais apertada: o senador teve 44 votos (51,76%), contra 41 (48,24%) do presidente.

Quase um milhão de brasileiros residentes no exterior estão aptos a votar neste segundo turno. A votação ocorre em 186 cidades de mais de cem países. O levantamento dos boletins de urna permite acompanhar as primeiras parciais internacionais antes da divulgação dos resultados consolidados pelo TSE.

A apuração oficial no exterior será consolidada após as 17h, no horário de Brasília, quando a votação terminar no Brasil. No primeiro turno de 2026, Lula venceu em 64 países, enquanto Flávio liderou em 36; houve empate na Guiné-Bissau. Na ocasião, o petista recebeu 157.387 votos (47,57%), contra 143.900 (43,49%) do senador.

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