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Agronegócio bate recorde de empregos no Brasil

(Foto: Pexels)

O setor do agronegócio não para de crescer no Brasil e faz a economia do país andar, contribuindo para o PIB.

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O agronegócio empregou 28,4 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2026, o que representa alta de 0,7% em relação ao mesmo período em 2025. O Brasil nunca havia registrado um crescimento como esse desde o início da série histórica, em 2012.

Os dados são de pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O desempenho foi impulsionado pelo pico da colheita e das vendas da soja, além do início da comercialização da nova safra de café.

O avanço do agronegócio não foi uniforme em todas as frentes da cadeia produtiva. A pesquisa diz que o setor primário foi destaque foi o grande destaque, com alta de 1,9% (mais 145.795 trabalhadores) impulsionado pela cafeicultura, milho e cereais. Enquanto isso, os agrosserviços perderam 101.732 postos e o de insumos recuou 15.270 vagas.

Houve aumento expressivo de 2,4% nos trabalhadores por conta própria e de 3,5% entre os empregadores.

O agronegócio brasileiro em 2026 é marcado por recordes de emprego, alta na produção de grãos e, ao mesmo tempo, margens de lucro apertadas e desafios financeiros. Atualmente, o setor responde por 25% do PIB nacional e também faz a economia do Brasil andar.

O agro tem grande participação no superávit comercial do país. Em 2025, foram cerca de US$ 169,2 bilhões em exportações, equivalente a 48,5% de tudo que o país vendeu para o exterior.

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