O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) negou que aposentados e pensionistas precisem cadastrar a biometria até 20 de novembro para evitar o bloqueio dos pagamentos.
Segundo o instituto, a exigência da biometria começou a alcançar novos pedidos em novembro de 2025. Para quem já recebe aposentadoria ou pensão, porém, a implantação seguirá um cronograma próprio. Por isso, o INSS orienta os beneficiários a não tomar providências com base em mensagens encaminhadas por desconhecidos.
A implantação considera se a pessoa já possui registro biométrico em bases oficiais. Quem tem dados na Justiça Eleitoral ou na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) deve acompanhar as orientações do governo sobre a adoção da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de referência. O instituto orienta a acompanhar o cronograma que prevê etapas até janeiro de 2028. Veja o cronograma.
Quem pode ficar dispensado
A norma prevê exceções para determinados grupos. Entre eles estão pessoas com mais de 80 anos, residentes no exterior, migrantes, refugiados e apátridas.
Além disso, a Portaria DIRBEN/INSS nº 1.347 dispensa do cadastro biométrico os requerentes de salário-maternidade, benefício por incapacidade e pensão por morte. A previsão está no artigo 4º, inciso VI, da norma. As dispensas dependem dos critérios previstos na norma.
Por isso, quem tem dúvida sobre a própria situação deve consultar o INSS antes de fazer qualquer alteração ou enviar documentos.
Como evitar golpes
Criminosos podem usar a ameaça de bloqueio para pressionar aposentados e pensionistas a compartilhar informações pessoais ou bancárias. Por isso, o beneficiário deve desconfiar de mensagens que imponham prazos urgentes ou tragam links para suposta regularização.
Não clique em enviar documentos ou senhas sem confirmar orientações nos canais oficiais, pois o INSS alertou para a circulação de mensagens falsas sobre o tema.
