Líderes de partidos do Centrão avaliaram que o resultado do segundo turno das eleições presidenciais foi impulsionado pela soberba, arrogância e agressividade com os mais pobres de Flávio Bolsonaro. Lula (PT) venceu com certa folga, foram 64.256.232 votos válidos, o equivalente a 51,79%. O filho de Jair recebeu 59.826.041 votos, ou 48,21% dos votos válidos.
Embora tenham apoiado Flávio no segundo turno, caciques do Centrão miram uma reaproximação com Lula. Dirigentes do bloco político apostam em lideranças de seus partidos que mantiveram ponte com o petista.
Flávio Bolsonaro havia vencido no primeiro turno e abriu 2,2 milhões de votos a mais que Lula. Durante a campanha do segundo turno, petistas se mobilizaram e conseguiram uma virada histórica. Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito com 4,4 milhões de votos a mais que Flávio. É o dobro da vantagem que obteve de Jair Bolsonaro, em 2022, na eleição mais apertada da história.
Após o anúncio da derrota, Flávio mostrou indignação com a prorrogação do horário de votação. “Foi algo inaceitável. Pela primeira vez na história um ministro do STF dá uma canetada e muda a regra do jogo”.
O filiado do PL não digeriu bem o resultado, enquanto Lula fez discurso entusiasmado na capital paulista. Para 2030, o Centrão acredita que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, será um forte candidato à presidência da República.
